"Este novo lugar de fantasmas deixou de ser a noite, o sono da razão, o vazio incerto e escancarado perante o desejo: é, pelo contrário, a vigília, a atenção contínua, o zelo erudito, a atenção sempre vigilante. O quimérico nasce agora da superfície negra e branca dos sinais impressos [...]. É um fenômeno de biblioteca."
Michel Foucault, A biblioteca fantástica
