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domingo, 21 de novembro de 2021

Vídeos do Segundo Academia Celeste Convida


Palestra de Dianina Silva Rabelo (IFG):
Teoria e prática médica no Lapidario de Afonso X de Castela (século XIII)


Palestra de Geraldo Barbosa Neto (UEFS):
“Novos céus e novas estrelas”: Abraham Zacuto e Pedro Nunes na ciência náutica dos portugueses


Palestra de Otávio Santana Vieira (UFPB):
Magia e astrologia em Marsílio Ficino




 

domingo, 15 de agosto de 2021

Evento: Segundo Academia Celeste Convida


 

Vídeos do Primeiro Academia Celeste Convida

Palestra de Marcelo Fernandes (USP): 
A ficção poética do enunciado da "verdade" nas Astronômicas de Manílio

Palestra de Zaqueu Oliveira (UNILA):
Adriaan van Roomen. As Matemáticas e a Astronomia

Palestra de Marcia Alvim (UFABC):
Astrologia judiciária nos relatos missionários da Nova Espanha no século XVI

 

terça-feira, 21 de julho de 2020

Teses e dissertações brasileiras sobre astrologia


O levantamento que se segue foi feito na base de teses e dissertações da Capes usando o indexador "astrologia" no dia 20 de julho de 2020. Cinco títulos que já constavam de nossos levantamentos anteriores (aqui e aqui) não apareceram no resultado, provavelmente porque não continham o termo em suas palavras-chaves, mas eles também foram incluídos neste levantamento.

Em resumo, são 65 trabalhos, sendo 48 dissertações e 17 teses defendidas de 1982 a 2019. Os 60 autores (cinco escreveram dois textos) participaram de mais de 40 programas de pós-graduação (PPG) em cerca de 30 instituições. Mais de 50 orientadores e cerca de 200 membros de bancas contribuíram com essas pesquisas em várias áreas do conhecimento.

Se você que está lendo estas linhas tiver mais algum rastro de tese ou dissertação brasileira sobre astrologia, por favor, entre em contato conosco aí nos comentários ou pelo e-mail cristina_machado@yahoo.com.

Em ordem alfabética de sobrenome:

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011

Este ano foi de muitas realizações para o povo da Academia Celeste. Vou citar as que me lembro agora, e oxalá as esquecidas sejam lembradas em breve por mim mesma ou pelos colegas em novas postagens ou comentários.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Novamente na terrinha

por Cristina de Amorim Machado

Cá estou eu novamente em Lisboa (esta postagem está no meu blog de viagem também), e ontem encontrei a Helena Avelar, da Academia de Estudos Astrológicos. Já nos encontramos da outra vez, como se pode ver aqui e aqui, quando foi uma grande alegria saber da existência uma da outra, e também do seu marido Luís Ribeiro, astrólogos engajados nos estudos tradicionais, historiográficos e interdisciplinares da astrologia, assim como a nossa gloriosa Academia Celeste.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Artigo novo na Constelar

por Cristina de Amorim Machado

Já escrevi este artigo há algum tempo, foi extraído de um post aqui do blog (Peripécias ibéricas de uma doutoranda em busca de dados para a sua tese sobre a obra astrológica de Ptolomeu). Quem quiser conferir como ficou na Constelar, clique aqui. O título ficou Roteiro da Astrologia Clássica em Portugal.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Defesa marcada: 2 de fevereiro de 2010

por Cristina de Amorim Machado

Acabei de marcar a defesa: dia 2 de fevereiro de 2010 às 10 horas.
Quem quiser aparecer será bem-vindo!

Seguem os dados da tese:

Título: O papel da tradução na transmissão da ciência – o caso do Tetrabiblos de Ptolomeu

sábado, 23 de maio de 2009

Para quem quiser saber sobre a minha tese

por Cristina de Amorim Machado

Estou no último ano do doutorado em Letras na PUC-Rio, na área de Estudos da Tradução. Minha tese é sobre a história da tradução do Tetrabiblos, a obra astrológica de Ptolomeu. Meu entusiasmo é grande, pois consegui reunir num mesmo projeto as minhas três áreas de interesse: tradução, astrologia e história da ciência. Como fiz bacharelado (UERJ) e mestrado (PUC-Rio) em Filosofia, mais especificamente na área de filosofia e história da ciência, tive a oportunidade de estudar a discussão sobre a cientificidade da astrologia, sobre a qual escrevi minha dissertação de mestrado, que se encontra aqui. Agora a minha ênfase é historiográfica, tomando o livro como objeto científico, e seguindo os rastros da transmissão do Tetrabiblos nas mais diversas línguas e culturas ao longo desses quase dois mil anos que nos separam da escrita de Ptolomeu. Obra e autor aqui são constructos, provisórios e instáveis por definição, e justamente por isso instigantes.


Esta é a capa da edição crítica de F. E. Robbins (1940)

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Peripécias ibéricas de uma doutoranda em busca de dados para a sua tese sobre a obra astrológica de Ptolomeu

Quase não dá para me reconhecer, mas o importante é a fachada da Universidade de Salamanca. Eu passava por aquelas portas de madeira todos os dias para chegar à biblioteca.